Ai o primeiro amor... Esse vem sempre
seguido de um suspiro, pois por mais desastroso que tenha sido seu fim, depois
de um tempo só lembramos do quanto ele foi bom. Tão inocente, inexperiente,
repleto de descobertas e de emoções tão intensas que parecem não caber em nós.
O primeiro amor é sempre eterno, sim, porque por mais que o mesmo não dure até
o final da primavera, embalados nele já fizemos planos pra uma vida
inteira.
O primeiro amor tem gosto de Coca-cola,
tem som de bandinha de rock, tem cheiro de adolescência, porque o primeiro amor
é rebelde, ele não quer ser preso, é revolucionário, é como um lindo presente
que queremos exibir.
O primeiro amor nos faz lembrar as tardes
em casa, em que ficamos sós, comendo pipoca e fingindo assistir um filme
romântico, do qual nem lembraremos o nome. É a emoção de um beijo roubado, ou a
intensidade de um beijo apaixonado. O fato é que o primeiro amor a gente nunca
esquece, ele tem cara de conto de fadas, de felizes para sempre.
Outros amores sempre virão, mas o primeiro
será sempre o primeiro é o que deixa saudades...
E se me perguntam o motivo pelo qual
depois de já ter vivido alguns amores eu estou falando de primeiro amor? Eu
respondo: Toda vez que assisto o curta "Eu não quero voltar sozinho",
durante 17 min eu revivo de novo meu primeiro amor.
E agora com o longa "Hoje eu quero
voltar sozinho", durante 96 min, eu revivo mais intensamente o meu
primeiro amor. Assistam vale a pena.
Confiram o filme completo no link abaixo:

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